A Associação dos Geógrafos Brasileiros Seção São Paulo vem à público manifestar seu repúdio às ações de repressão do Governo do Estado de São Paulo, através de seus capangas, a Polícia Militar, contra os moradores da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos – SP. Isso nos mostra que em um mundo invertido, onde a justiça culpa os moradores da ocupação e consideram legal a ação do Estado, se faz necessário re-inverter os papéis e derrubar as máscaras dos opressores. Afinal, quem são os criminosos da história, os vencedores ou os vencidos?
Sexta-feira, Janeiro 27, 2012 - 13:33
Carta do AcreEm defesa da vida, da integridade dos povos e de seus territórios e contra o REDD e a mercantilização da natureza
Terça-feira, Outubro 25, 2011 - 22:16
Acampamento
Estamos com um novo visual!
Sábado, Setembro 17, 2011 - 18:57
Oficinas para professores de Geografia Serão oferecidas duas oficinas:
Sábado, Abril 17, 2010 - 14:49
ASSOCIAÇÃO DOS GEÓGRAFOS BRASILEIROS (AGB); SINDICATO DOS ARQUITETOS DO ESTADO DE SÃO PAULO (SASP), ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARQUITETOS PAISAGISTAS (ABAP), GRUPO DO PATRIMÔNIO DO INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL - SP, MOVIMENTO DEFENDA SÃO PAULO MOÇÃO SOBRE A NOVA MARGINAL, SEUS DESDOBRAMENTOS E SUAS ALTERNATIVAS texto criado e escrito pelo arq. José Fabio Calazans e a geografa Regina Bega com importante colaboração arquitetos Saíde Kahtouni, Vasco de Mello e Daniel Amor. ASSINE AQUI A MOÇÃO SEGUNDO SEMESTRE DE 2009
Quinta-feira, Setembro 3, 2009 - 11:11
São Paulo, 23 de setembro de 2008 A Comissão Eleitoral da Associação dos Geógrafos Brasileiros – Seção Local São Paulo, no uso de suas atribuições estatutárias, convoca os associados em dia com suas responsabilidades junto à AGB-SP para participarem da eleição que definirá a Diretoria no Biênio de setembro de 2008 até setembro de 2010. O processo eleitoral ocorrerá nos dias 25 e 26 de setembro, na sede da AGB-São Paulo, em São Paulo, a partir das 18h do dia 25 de setembro, com fechamento da urna no dia 26, às 20 horas. A Comissão Eleitoral que coordenará todas as etapas do pleito é composta pelos seguintes associados, os quais foram determinados pela Reunião Aberta de Diretoria realizada no dia 5 de setembro de 2008: Luís Fernando de Freitas Camargo, Maíra Bueno Pinheiro, Nídia Nacib Pontuschka e Paulo Miranda Favero.
Terça-feira, Setembro 23, 2008 - 19:36
O XV Encontro Nacional de Geógrafos será realizado em São Paulo, de 20 a 26 de julho de 2008. O evento ocorrerá principalmente na USP, com exceção da Abertura e Encerramento, que serão no ginásio Baby Barioni, na Barra Funda.
Terça-feira, Julho 1, 2008 - 17:08
4ª Circular do ENG
Quarta-feira, Abril 9, 2008 - 17:40
índice:
Quarta-feira, Novembro 29, 2006 - 12:44
Dr. Carlos Walter Porto-Gonçalves (1) Houve uma época no Brasil em que se dizia que a questão social era uma questão de polícia. Ainda hoje não são poucos os que ainda pensam assim, vendo em cada conflito social uma ameaça à ordem constituída e vendo na polícia a sua solução. Ou, pior ainda, existem aqueles que não vendo como controlar os dissidentes ainda sonham com os generais. Sabemos que são profundas as raízes autoritárias na sociedade brasileira, raízes essas que remontam ao período colonial onde cada fidalgo que recebia a doação de terras estava investido de uma prerrogativa militar de efetivar, pelo sucesso da sua atividade econômica, o domínio territorial para Portugal. Os portugueses sabiam que a conquista do território não podia ser feita com recursos públicos e para garantir a ocupação fez concessões aos senhores de cabedal, entenda-se de capital, que quisessem enriquecer na terra brasilis. Muitos se tornaram então, brasileiros, isto é, aqueles que vivem de explorar o Brasil(2). Somente uma visão da história com um forte viés economicista deixou de ver que o objetivo de conquistar o território era o que comandava as concessões de terras. Quando se fez o primeiro ordenamento territorial nessas terras dividindo-o em Capitanias Hereditárias, já ali estava inscrito o duplo caráter militar e econômico. Afinal, capitania é coisa de capitão. Além disso, acrescente-se, só os filhos de alguém, ou seja, os fidalgos (3) é que recebiam as doações de terras e, assim, desde o início, o poder público se tornava algo privado. Isso hoje tem o nome pomposo de parceria, privatização e flexibilização, mas na verdade trata-se de uma prática tradicional e, mais que isso, conservadora. No Brasil estas práticas estão na raiz daquilo que se chama “lógica do favor” que é a negação da “lógica do direito”.
Terça-feira, Agosto 15, 2006 - 16:36

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